2 de ago de 2011

EM SP: MINISTÉRIO PÚBLICO CRIA GRUPO PARA INVESTIGAR TORTURA DE ANIMAIS


 

Gecap poderá ter até cinco promotores
 criminais dedicados à área.

Deputado estadual afirma que há demanda
 reprimida por serviço.


O veterinário Danilo Testa e o pit bull queimado
com óleo em SP


Procuradores criminais do estado de São Paulo poderão integrar a partir de agora um grupo especializado em apurar denúncias de maus-tratos contra cães, gatos, pássaros e outros animais domésticos.
A determinação está no ato normativo 704, que cria o Grupo Especial de Combate aos Crimes Ambientais e de Parcelamento Irregular do Solo Urbano (Gecap).
O ato foi assinado na semana passada pelo procurador-geral de Justiça de São Paulo, Fernando Grella Vieira.

 
Pit bull queimado com óleo quente é disputado para adoção em SPOs promotores vão atuar apoiados em leis como a 9.605/98, que trata de abuso, maus-tratos, ferimento ou mutilação de animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos.
A criação do Gecap permitirá ao Ministério Público atuar em representações, inquéritos policiais, procedimentos investigatórios criminais e em termos circunstanciados, assim como também nos processos criminais que envolvam a prática de crimes de parcelamento e ocupação irregular do solo urbano (Lei nº 6.766/79).



Autor da proposta, o promotor de Justiça e deputado estadual Fernando Capez afirma que a criação do Gecap é o primeiro passo na direção da criação de uma promotoria de defesa animal.
"Esse grupo vai receber denúncias, representações e vai poder investigar.
Nossa expectativa é de que em pouco tempo o volume de trabalho ligado à área animal acarrete a criação da promotoria", disse Capez.
Segundo o parlamentar, existe demanda reprimida por esse tipo de atuação do Ministério Público em São Paulo.



Segundo Capez, o grupo deverá ter de três a cinco promotores criminais, que terão de elaborar relatórios mensais e trimestrais de atuação.
O deputado afirmou que eles terão poder de investigação.
E deu um exemplo de como a promotoria pode ser útil nesse caso.



"Chegou ao meu conhecimento, há 20 dias atrás: um cara colocou no site na sexta-feira que no domingo ele iria esquartejar o gato dele e colocar o filme na internet. Ele fez um torneio: esquartejo ou não esquertejo. Estava vencendo que ele devia matar o gato. Fiquei sem ação. A quem se pode recorrer? Eu fui diretamente ao Deic, delegacia de crimes cibertnéticos, e consegui que eles localizassem o sujeito",
 afirmou.










 















2 comentários:

Brenda disse...

Vimos esta história na TV!!!!
Uma crueldade sem fim!
Lambeijos da Brenda.

Elaine Figueira disse...

Tadinho, é só um filhotinho. Que crueldade no coração dos homens! As vezes penso que temos que rezar muito.

Abraços,

Elaine