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27 de jan. de 2012

SEU CÃO NO AVIÃO



VAI VIAJAR COM SEU PET?

ENTÃO VAMOS CONHECER AS REGRAS PARA QUE ELE TENHA UM PASSEIO SEGURO


PELA LEI FEDERAL, PARA  VIAGENS
NACIONAIS É OBRIGATÓRIO APRESENTAR  CERTIFICADO SANITÁRIO, COM RAÇA, NOME, ORIGEM ANIMAL (COM PEDIGREE, CASO HAJA), NOME DO PROPRIETÁRIO E CARTEIRA DE VACINAÇÃO COMPLETA, EMITIDA POR UM VETERINÁRIO REGISTRADO NO CONSELHO REGIONAL  DE MEDICINA VETERINÁRIA.

ALÉM DAS REGRAS GERAIS, CADA COMPANHIA APRESENTA UMA LISTA  DE EXIGÊNCIAS PRÓPRIA.
DEPENDENDO DA EMPRESA, É POSSÍVEL QUE ANIMAIS DE ATÉ 5KG VIAGEM NA CABINE JUNTO AO DONO.

NA MAIORIA DO CASO, PORÉM, OS PETS DEVEM SER LEVADOS AO PORÃO, EM COMPARTIMENTOS ESPECÍFICOS.

É NECESSÁRIO  CONTATAR A COMPANHIA AÉREA COM ANTECEDÊNCIA, PARA VERIFICAR AS DETERMINAÇÕES.
A RESERVA DO LUGAR  DO SEU BICHINHO TAMBÉM DEVE SER FEITA PREVIAMENTE JÁ QUE O ESPAÇO É LIMITADO.

HA DIVERSAS EXIGÊNCIAS E ATESTADOS, TANTO PARA VIAGENS PELO BRASIL QUANTO PARA EXTERIOR.

PARA SABER MELHOR ACESSE O SITE:




E PARA LEVAR OS PETS? QUAL A CAIXA CORRETA??


O IDEAL É O QUE O ANIMAL FIQUE DE PÉ E CONSIGA DAR UMA VOLTA COMPLETA.
EVITE AS MUITO GRANDE, PARA O SEU PET NÃO SEJA SACUDIDO.
DE MATERIAL RESISTENTE, DEVE TER ABERTURA EM PELO MENOS TRÊS LADOS, ALÇAS FORTES E LOCAIS FIXO PARA ÁGUA E COMIDA


ANTES DE VIAJAR FAÇA O SEU PET CONHECER, ENTRAR E ACOSTUMAR COM A CAIXA, ELE DEVE ESTAR ADAPTADO À CAIXA ANTES DE EMBARCAR.
BRINQUE , FAÇA COM QUE ELE COMA E BEBA DENTRO E DEIXE-0 FECHADO ALI POR CURTOS PERÍODO.

22 de jan. de 2012

DICAS:: EDUCANDO O SEU PETS

VIVER COM SEU PETS SIGNIFICA UMA LONGA E DURADOURA AMIZADE.
COMO EM QUALQUER OUTRO RELACIONAMENTO DEVE EXISTIR RESPEITO E EDUCAÇÃO,
 QUE DEVE SE ESTENDER AS OUTRAS PESSOAS QUE PARTILHA DESSA CONVIVÊNCIA.
NÃO INCOMODAR OS OUTROS FAZ PARTE DA BOA EDUCAÇÃO ENSINADA AO ANIMAL.

ALGUMAS DICAS DE REGRAS SOCIAIS PODEM
 AJUDAR OS DONOS

PROCURE TREINAR SEU ANIMAL PARA OBEDECER E NÃO PULAR NAS PESSOAS

QUANDO RECEBER AS VISITAS PROCURE DEIXAR O ANIMAL RECOLHIDO


USE SEMPRE A COLEIRA PARA ANDAR NOS ELEVADORES, NAS RUAS OU NOS PARQUES.

NOS PASSEIOS LEVE  SAQUINHO PARA RECOLHER TODA A SUJEIRA DO ANIMAL




9 de jul. de 2011

DICAS PARA O SEU CÃO


SEU CACHORRO FAZ BAGUNÇA E VOCÊ NÃO SABE O QUE FAZER PARA QUE ELE MUDE?

ENTÃO LEIA AS PEQUENAS DICAS PARA VOCÊ TER UM RELACIONAMENTO BEM LEGAL COM SEU PET!!!




PARA REFORÇAR OS BONS COMPORTAMENTOS DO SEU CÃO, É SEMPRE INDICADO RECOMPENSÁ-LO.
DESSA MANEIRA, ELE PERCEBE QUE AGIU CORRETAMENTE.
OFERECER ALIMENTOS, BRINQUEDOS E DEMONSTRAÇÕES DE CARINHO SÃO AS MELHORES FORMAS DE PREMIAR O SEU FIEL AMIGO.




USAR VIOLÊNCIA FÍSICA COMO PUNIÇÃO
 É UM ERRO GRAVE.
COMO CONSEQUÊNCIA, O CÃO PODE DESENVOLVER DISTÚRBIOS COMPORTAMENTAIS,
COMO MEDO EXCESSIVO OU AGRESSIVIDADE.


MUITAS VEZES AO FAZER ALGO ERRADO, O CÃO ESTÁ APENAS QUERENDO CHAMAR A ATENÇÃO.
CAIR NA ARMADILHA REFORÇARÁ ESSE COMPORTAMENTO.
UM EXEMPLO É CORRER ATRÁS DO ANIMAL PARA RETIRAR UM OBJETO DE SUA BOCA.



EVITE DAR BRONCAS NOS MOMENTOS EM QUE CÃO TIVER COM DIFICULDADES EM RELACIONA-LA AO COMPORTAMENTO ERRADO QUE QUER EVITAR.
SEM A CERTEZA
DO MOTIVO, O CÃO IRÁ APENAS
SE ACOSTUMAR À BRONCA.

EVITE A PALAVRA "NÃO" A TODA HORA.



28 de mai. de 2011

CULPADO?

Donos podem influenciar
na agressividade de seus animais




O que mais determina a agressividade do
cão é o ambiente em que ele convive;
os proprietários serão sempre os responsáveis.
Quem nunca ouviu falar que um cachorro pode ser parecido com o próprio dono?


Parece bobagem imaginar que o temperamento do ser humano consegue influenciar na mansidão ou na agressividade de um animal.
 No entanto, o estudo
"Relação homem-animal e bem-estar do cão domiciliado",
realizado por Sheila Ferreira e Ivan Sampaio, pesquisadores da Escola de Veterinária da Universidade
Federal de Minas Gerais,
confirmam que essa relação existe sim.
O estudo foi divulgado pela Agência Notisa.



A pesquisa alerta que emoções, como medo e frustração, por exemplo, podem comprometer o bem-estar do animal, o que acaba colocando em risco a família que o acolhe.
"Um animal que experimenta bem-estar, provavelmente, vive em um ambiente onde as pessoas lhe proporcionam
saúde física e mental",
resumem os pesquisadores.





A determinação de um comportamento agressivo, por exemplo, não depende exclusivamente da raça,
se ela é brava ou calma, mas,
principalmente, do modo como o cão é criado. "Independentemente da causa que levou o cão a apresentar uma agressividade despropositada, os proprietários serão sempre os responsáveis pelos atos de seus animais", argumentam Sheila e Ivan.





No estudo, realizado em 60 residências, os pesquisadores verificaram que 83,3% dos cães eram "mansos",
90% eram "tranquilos" e
56,6% apresentavam uma boa "condição corporal".
Porém, apenas 43,3%
apresentavam simultaneamente as três características,
ou seja, experimentavam bem-estar adequado.



Segundo eles, o estado de intranquilidade é considerado um comportamento anormal,
um sinal de alarme, que revela um desequilíbrio
 entre o animal e o seu ambiente.








Fonte: Escrito por Talita Correa



27 de mai. de 2011

PETS E AS CRIANÇAS


Se por um lado os psicólogos consideram os bichinhos saudáveis para o desenvolvimento da criança,
 por outro, defensores ferrenhos dos animais
não aprovam essa união.



Para que a relação entre os pequenos e os bichos dê certo, basta que algumas regras sejam respeitadas.
 A primeira delas diz respeito à escolha do animal.
Cachorros e gatos, por exemplo, não são aconselháveis para menores de quatro anos.
Crianças muito pequenas ainda não sabem lidar com esses bichinhos e podem, sem querer, acabar machucando, ou mesmo serem machucadas por eles.



Para essa idade, os animais mais recomendados são aqueles
com os quais não se faz contato direto e contínuo, como roedores que ficam em gaiolas, passarinhos e peixes.
Observá-los de perto já é uma grande experiência para as crianças e elas ainda podem ajudar na rotina de cuidados.



Por volta dos cinco anos de idade a criança já está mais preparada para conviver tranquilamente com cães e gatos, mas isso não significa que ela será a verdadeira “dona” do bichinho.



Ensiná-los a ter responsabilidades, como limpar a sujeira, dar comida ou passear regularmente é importante. Mas para garantir o bem-estar do animal, os cuidados devem ser todos supervisionados por um adulto.



A educação de ambos é outra regra importante.
 Os pais devem ensinar seus filhos a compreender e respeitar os animais, sem perturbá-los ou machucá-los.
Já os cachorros devem passar por um trabalho de socialização para que se tornem mais calmos e dóceis.
Isso não se faz apenas com adestramento, mas sim colocando o cão em contato com pessoas, outros animais e
 situações diferentes regularmente.







Raças mais indicadas para as crianças







Gato: persa






Cães: labrador,



golden retriever,




boxer,




whippet,




 beagle





 pug





shar pei,



shi tzu




buldogue francês




e poodles






26 de mai. de 2011

SEU PETS NO CARRO, SÓ COM MUITA SEGURANÇA



O Brasil é o segundo país no mundo com maior número de animais domésticos: com cerca de 42 milhões de animais, entre cães e gatos, só perde para os Estados Unidos.
Se você é um daqueles donos que não aguenta ficar longe do seu animal de estimação um único final de semana, saiba que há uma série de providências para assegurar o bem-estar, o conforto e a segurança do seu animal durante
uma viagem de carro.



Segundo a Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal (ARCA Brasil), o calor excessivo do verão e as altas temperaturas no interior dos automóveis são os principais vilões dos cães nessa época do ano.
Tudo isso porque o animal tem apenas a boca e as almofadas das patas para regular a temperatura de seu corpo e, dependendo da espessura de sua pelagem e de seu sistema respiratório, pode ser vítima de hipertermia, ou seja, um superaquecimento.



Pouco conhecida é a exigência de portar atestado sanitário e a vacina anti-rábica para cães e gatos transportados no veículo.
 O atestado tem validade de dez dias e, caso a viagem ultrapasse esse tempo, será necessário levar o animal a outro veterinário na localidade em que a pessoa estiver para obter um novo. Segundo a Coordenação de Trânsito e Quarentena Animal do Ministério da Agricultura, para transportar cães e gatos não é mais necessária a Guia de Trânsito Animal (GTA), documento ainda exigido para todos os outros animais, como papagaios ou passarinhos, por exemplo, para circular em território nacional. Essas determinações estão previstas na Instrução Normativa
nº 18/2006 do Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento.
Não se conhece penalidade para quem não segue os procedimentos.



Para atender essas exigências, o dono do cão ou gato deve solicitar o atestado sanitário e o comprovante de vacinação ao veterinário:
“O animal deve estar com as vacinas em dia, principalmente a anti-rábica, que deve ser aplicada no prazo mínimo de 30 dias antes da viagem”,
 avisa o veterinário Gilberto Mello Reis, da Clínica Veterinária Pró-Cão, de São Paulo. A vacina é válida por um ano.
O preço da consulta para obter o atestado pode
 variar entre R$ 50 e R$ 150.



Cyro Vidal, presidente da Comissão de Assuntos e Estudos sobre Direito de Trânsito da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), afirma que a única infração prevista no Código Brasileiro de Trânsito que trata sobre transporte de animais está no artigo 252, inciso II.
“É proibido transportar animais à esquerda ou entre braços e pernas. É isso que está previsto no código e que pode ser punido”, ressalta o ex-diretor do Detran de São Paulo.



André Nogueira, tenente do Comando de Policiamento Rodoviário da Polícia Militar, afirma que a fiscalização do transporte de animais obedece apenas essa determinação. “Orientamos para que as pessoas transportem seus animais em caixas específicas, que devem ser presas ao cinto de segurança”, alerta o tenente Nogueira.




A infração pode resultar em multa de R$ 85,13 e somar quatro pontos na habilitação do motorista. Leis à parte, seu animal de estimação deve estar com boa saúde para viajar.





Transporte seu bicho com controle e segurança

· Se o animal nunca viajou de carro, antes de “pegar a estrada” comece a levá-lo para passear diariamente, pelo menos uma semana antes da viagem;

· Não alimente o animal ao menos duas horas antes da viagem. Só ofereça alimento novamente cerca de duas horas depois da chegada, já que o stress da viagem pode causar alguma indisposição;

· Procure fazer paradas regulares para o animal fazer as necessidades;

· Não esqueça de levar a guia, a focinheira, a coleira e saquinhos para recolher as fezes;

· Para os gatos, não esqueça do recipiente com o preparado sanitário;

· No caso dos pássaros, as gaiolas devem ser cobertas para evitar que o barulho ou movimento anormal assustem o animal;

· Leve o animal dentro de uma caixa de transporte confortável e bem arejada, que deve ser colocada no banco traseiro do carro e presa com o cinto de segurança. Assim, você evitará que o animal vá sacolejando e garantirá sua segurança na eventualidade de uma freada ou manobra brusca. Nunca deixe o animal viajar no colo das pessoas ou debruçado na janela, é muito perigoso;

· Água é necessária para hidratação. Quanto maior o porte do animal, mais curtos devem ser os intervalos entre as paradas;

· Em dias muito quentes, o ar-condicionado deve ficar em uma temperatura abaixo da externa;

· Existem no mercado calmantes naturais. Informe-se sobre o melhor uso com o seu veterinário, se isso for necessário;

· Evite viajar com animais mais idosos, principalmente aqueles que as condições de saúde requerem cuidados;

· Bichos com menos de quatro meses que ainda não completaram a vacinação só devem viajar em caso de necessidade e não devem ficar expostos a outros animais;

· Pegue a estrada no começo da manhã ou no fim da tarde, quando a temperatura é mais fresca;

· Evite deixar animais fechados no veículo durante as paradas, o que pode causar graves danos à sua saúde;

· Parece óbvio, mas não esqueça de trazer seu animal de volta.
O abandono é crime e é uma atitude injustificável, mas covardemente praticada por alguns. Pode resultar em detenção de três meses a um ano, e multa, tudo previsto no artigo 32 da Lei 9.605/98 dos Crimes Ambientais.





17 de mai. de 2011

FILHOTES DE GATO PODEM COMER A RAÇÃO DA MÃE ?

PODEM SIM ...


ELES FICAM A SUJEITOS A PROBLEMAS NUTRICIONAIS, POR CARÊNCIA DE FÓSFORO, CÁLCIO E PROTEÍNAS
 ENCONTRADAS EM MAIOR QUANTIDADE NAS RAÇÕES PARA GATINHOS.
DURANTE OS PRIMEIROS 11 MESES DE VIDA, O MELHOR É TROCAR  A RAÇÃO DA MÃE PARA QUE OS FILHOTES NÃO TENHAM OUTRA OPÇÃO DE ALIMENTO.

NÃO SE PREOCUPE, ELA PODE SE SERVIR DA RAÇÃO DOS FILHOTES SEM PREJUÍZO PARA A SAÚDE.
PASSADO A ESSE PERÍODO, AÍ, SIM,
SUBSTITUA A RAÇÃO ESPECIAL PELA A DOS ADULTOS.