11 de abr de 2012

SAUDADES


OLÁ AMIGAS E AMIGOS!
E O SEUS PETS
QUE SAUDADES...
AQUI ESTÁ O NOSSO DIA A DIA
E CORRERIA DE CUIDAR DO
MEU BEBÊ....

SÓ MAMANDO....


 TOMANDO BANHINHO....


 E NANANDO MUITOOO....

E O NOSSO LUCKY
COMO SEMPRE 
UM CÃOPANHEIRO...
E PERCEBI QUE ELE
ESTÁ MAIS CALMO...
MAS
COM O BEBÊ 
AINDA NÃO ACOSTUMOU
ELE NEM CHEGA PERTO...
ÁS VEZES DÁ
UMA CHEIRADINHA NOS PÉS DO BEBÊ
E NA CABECINHA E SAI RAPIDINHO...
 E QUEM SABE DAQUI ALGUNS DIAS...
SERÃO OS MELHORES AMIGOS!!




E AQUI ESTÁ ALGUMAS
AS NOTÍCIAS DURANTE TODO ESSE TEMPO DE
NOSSA AUSÊNCIA


Fotógrafa revela fauna e flora ameaçadas por muro
entre EUA e México

Para ambientalistas, barreira impede espécies de chegar a fontes d'água e seguir rotas migratórias natura

A fotógrafa americana Krista Schlyer capta com sua câmera os efeitos causados pelo muro criado na fronteira entre os Estados Unidos e o México sobre a fauna e a flora da região.



De acordo com a entidade ambientalista Sky Island Alliance, as montanhas e desertos que ficam na divisa entre os Estados do Arizona e do Novo México abrigam grande diversidade de animais e vegetação, e a criação do muro teria criado um desequilíbrio ecológico na região.



A criação de barreiras nesta área, segundo a organização, afeta a reprodução das espécies, interfere na população de presas, impede o acesso a fontes d'água e modifica as rotas migratórias naturais da fauna local.



Em seu livro Continental Divide: Wildlife, People and the Border Wall ('Divisa Continental: Vida Selvagem, Povo e o Muro da Fronteira', em tradução livre do inglês), Krista Schlyer denuncia os efeitos ambientais e sociais da barreira criada pelos EUA.



Em 2006, ambientalistas conseguiram na Justiça a interrupção da construção do muro na Área de Conservação de San Pedro Riparian, no Arizona. No entanto, o governo dos EUA recorreu à lei de segurança nacional para retomar a obra.



Segundo especialistas, os efeitos da construção do muro sobre os animais e as plantas foram intensificados devido ao aquecimento global.



O muro que separa os EUA do México se estende por cerca de 3.100 km, passando por áreas urbanas, litorâneas e desertos. Defensores do muro afirmam que ele é necessário para evitar a entrada de imigrantes ilegais.




A fotógrafa americana Krista Schlyer capta com sua câmera os efeitos causados pelo muro criado na fronteira entre os Estados Unidos e México à fauna e à flora da região.
(Foto: Krista Schlyer)


Grupos de defesa do meio ambiente afirmam que o muro afeta muitas espécies, que ficam impedidas de chegar às suas fontes d'água e às suas rotas migratórias naturais.
 (Foto: Krista Schlyer)


Os ambientalistas afirmam que a barreira
 atravessa zonas ecologicamente frágeis, incluindo áreas desérticas do oeste americano.
 (Foto: Krista Schlyer)


Segundo especialistas, os efeitos da construção do muro
 sobre os animais e as plantas foram intensificados devido ao aquecimento global.
 (Foto: Krista Schlyer)



Em 2006, ambientalistas conseguiram na Justiça a interrupção da construção do muro na Área de Conservação de San Pedro Riparian, no Arizona. No entanto, o governo dos EUA recorreu à lei de segurança nacional para retomar a obra. Defensores do muro afirmam que ele é necessário para evitar a entrada de imigrantes ilegais. 
(Foto: Krista Schlyer)




Em seu livro 'Continental Divide: Wildlife, People and the Border Wall' ("Divisa Continental: Vida Selvagem, Povo e o Muro da Fronteira", em tradução livre do inglês),
Krista denuncia os efeitos ambientais e sociais da barreira criada pelos EUA.



Após salvar criança de pit bull em MS, vira-lata fica agressivo, diz dona

Vira-lata Fofinho foi arrastado por pit bull após salvar criança de três anos.
Dona do animal diz que agora ele é acorrentado para evitar incidentes.


Vira lata Fofinho salva criança de 3 anos de pit bull em Campo Grande (Foto: Ricardo Campos Jr./G1 MS)
Fofinho, logo após ataque (esq) e, hoje (dir), três meses depois  

O vira-lata Fofinho que salvou uma criança de três anos do ataque de um cão de raça  pit bull em Campo Grande, no ano passado, mudou de comportamento após o incidente, segundo a proprietária do animal, a dona de casa Kênia Suelen. 

O mascote, que costumava ser alegre, tem se tornado agressivo. "E ele era um cão tranquilo", disse Kênia.
Fofinho virou notícia no dia 5 de outubro do ano passado. 

Um pit bull invadiu a casa de Kênia e avançou em direção a criança, que estava na sala. 

O vira-lata viu a aproximação e foi em direção ao outro animal

O pit bull abocanhou o vira-lata pelas costas. 
No momento do ataque, a mãe da criança ficou desesperada e tentou atirar objetos, como pedras, pedaços de pau e até um banco de madeira, para salvar o bicho de estimação. 
Fofinho foi arrastado pela rua por cerca de dez minutos e foi solto depois que o pit bull foi atropelado.
Os donos do cachorro que havia provocado a confusão levaram Fofinho à clínica veterinária e arcaram com os custos.
Um mês depois do ataque, Kênia começou a perceber as mudanças no comportamento do vira-lata.

 “Agora ele late por qualquer coisa, tenta acuar as pessoas na rua e, principalmente, quem tenta se aproximar da minha filha”, disse. Por causa da agressividade do animal, a dona de casa optou por deixá-lo na coleira, amarrado. 
“Antes ele vivia solto, agora tenho medo que ele ataque alguém”, conta. 
“Fico com dó, ele não tem casinha, mas não tem jeito”.
Vira-lata Fofinho em MS ficou agressivo (Foto: Ricardo Campos Jr./G1MS)
Vira-lata Fofinho costuma ficar acorrentado

Segundo o adestrador de cães Clayton de Almeida, todo os cachorros tem, instintivamente, um comportamento agressivo. Almeida diz que isso é consequência das origens do cão doméstico, que descende dos lobos. 

Este instinto primitivo, de acordo com o adestrador, é despertado quando o animal sofre algum trauma ou é criado de forma agressiva.O adestrador avalia que, mesmo sendo um cão adulto, com três anos, é possível reverter a situação.

 “É provável que ele não fique exatamente como era antes do ataque, mas é possível melhorar bastante”, disse Almeida.

Vira lata Fofinho salva criança de 3 anos de pit bull em Campo Grande (Foto: Tatiane Queiroz/G1 MS)
Fofinho ficou internado na clínica após ser arrastado por pit bull, em outubro de 2011





No mesmo dia em que foi anunciada a criação de uma 
estátua para homenagear o urso polar Knut, que encantou o mundo todo enquanto viveu, por quatro anos, no Zoo de Berlim, foi divulgado o nascimento de sua irmãzinha em outro parque alemão, localizado na cidade de Wuppertaler.
Lars, papai de Knut 
(que morreu prematuramente)
, cruzou com a fêmea Vilma no ano passado.

No dia 4 de janeiro deste ano, ela deu à luz gêmeos, mas um dos filhotes acabou morrendo dez dias após o parto e foi enterrado pela própria mãe na  moradia dos animais.

Já o outro bebê, que recebeu o nome de Anori, passa bem e está com Vilma em uma espécie de toca-maternidade.

Segundo o site oficial do zoológico, é muito difícil a sobrevivência de ursinhos-polares nascidos em cativeiro longe de seu habitat natural (as terras geladas do extremo hemisfério norte). Por isso, Anori e sua mamãe ficarão na toca-maternidade até abril.

Um senhor de 18 anos, Lars foi transferido para o parque de Wuppertaler em 2010, quase oito décadas depois do nascimento do primeiro ursinho-polar no local, em 1931.

Relembre a história de Knut

O ursinho Knut nasceu em 2006 e ganhou fama após ser rejeitado por sua mãe, no Zoo de Berlim, ainda bebê. É que veterinários cogitaram sacrificar o filhote, deixando revoltada boa parte da população não somente alemã, mas mundial.

Desde então, Knut passou a ser cuidado por tratadores do parque berlinense e se tornou mascote do local. Milhares de pessoas visistaram a moradia do simpático urso-polar em seus apenas quatro anos de vidas.

Até mesmo uma candidata à namorada Knut teve. Mas, apesar da torcida, o romance não engrenou, e ele morreu sozinho em sua casa, aos quatro anos, após sofrer um ataque epilético e cair em seu tanque de água, afogando-se. 

Irmã Knut


 

                    



GATOS

Talvez você seja uma das pessoas que amam gatos, ou uma das que odeiam ou têm alergia. 
De qualquer modo, quando você passa por um gato tirando uma soneca na poltrona, ou dando uma típica arranhada na parede, a última coisa que você pensa é que eles são indispensáveis, trabalhadores pesados da casa ou do mundo.
Mas, na verdade, os especialistas afirmam que se todos os gatos do mundo subitamente morressem, as coisas ficariam rapidamente “pretas” para nós.
Os gatos, tanto de estimação quanto selvagens, podem nos enganar para que pensemos que eles dependem da nossa comida ou lixo para sobreviver, mas, de acordo com Alan Beck, professor de medicina veterinária da Universidade Purdue, eles são predadores com habilidades de caça adaptáveis. 
“Eles são grandes predadores de pequenos animais, e podem sobreviver solitários quando há escassez de comida, ou viver prosperamente quando há comida abundante”, afirma.
E é por isso que sentiríamos falta deles.
 Gatos são vitais para controlar a população de ratos e outros roedores. 
Beck comenta que na Índia os gatos têm um papel significante na quantidade de grãos perdidos por conta de consumo ou contaminação por ratos. 
Em outras palavras, pode até ser verdade que os humanos alimentem os gatos, mas sem eles, nós teríamos menos alimento. 
Mas quão dramaticamente a população de ratazanas iria aumentar se os gatos subitamente desaparecessem? 
Vários estudos já foram feitos para tentar descobrir esse dado.
Um deles, de 1997, descobriu que o gato comum doméstico mata mais de 11 animais (incluindo ratos, pássaros, sapos e outros) no período de seis meses. Isso significa que os nove milhões de gatos do Reino Unido (onde o estudo foi realizado) matavam coletivamente algo próximo dos 200 milhões de espécimes por ano – sem incluir os animais mortos que não eram levados para casa.
Outro estudo, da Nova Zelândia, em 1979, descobriu que, quando os gatos de uma pequena ilha foram quase dizimados, a população de ratos rapidamente quadruplicou.
E se a população de roedores se multiplicasse, causaria uma cascata de outros efeitos no ecossistema. Na mesma ilha da Nova Zelândia, por exemplo, os ecologistas observaram que, conforme os ratos aumentaram no lugar dos gatos, o número de ovos de alguns pássaros, que os ratos comiam, diminuiu. 
Se os 220 milhões, aproximadamente, de gatos domésticos do mundo morressem, a população de alguns pássaros cairia muito, enquanto os predadores de ratos, fora os gatos, iriam aumentar.
“Todas as espécies têm um impacto”, afirma Beck


VEJAM
UM MAIS LINDO QUE O OUTRO...





















3 comentários:

Lilasesazuis disse...

OI, Paty...

Como está lindo seu bebezinho...cada dia mais fortinho e ....crescendo....

Fica tranquila, logo, logo, Lucky vai estar dando lambidinhas e dormindo juntinho do bebê para protegê-lo....ele já o ama, tenho certeza!!!

Gostei de ler as notícias do mundo animal...

beijinhos para vocês,

Lígia e turminha ˆ◡ˆ

Silvia Freitas disse...

Puxa, qto tempo mesmo hein! Aposto que vc nem conheceu meu novo blog de animais, o Minhas Gatas Manhosas.
Que lindo seu bebezinho, parabéns!
Bjs e bom fim de semana!

Nós Os Cachorros disse...

Oi Patty, Lucky, Vinicius!!!
Quanto tempo!!!!
Que felicidade saber de vocês!!!!
Todos estão lindos!!!!
Lucky deve estar ainda com um pouco de ciúmes, normal.
Ligo logo vai estar rolando pelo chão com o irmão humano rs
Beijitos

Ah!!!
Todas as notícias são surpreendentes.
A que me chocou mais foi sobre o pequeno que ficou agressivo.
Beijos