26 de fev de 2011

SÃO TUDO NA NOSSA VIDA....

Os animais de estimação são parte da família moderna.
Recebem atenção e mimos, entram em casa, dormem muitas vezes na cama dos donos e recebem tratamento igual ao dado às pessoas. Assim, não é de se estranhar que a morte de um pet seja sentida com a mesma tristeza que a partida de um amigo próximo.



Um estudo da Universidade de Michigan-Flint analisou como 174 adultos que perderam um cão ou gato reagiram à morte do pet.
 Os resultados mostram que 85,7% dos donos apresentaram ao menos um sintoma de luto nos momentos iniciais.
Após seis meses, a dor ainda era sentida por 35,1% dos adultos, e mesmo depois de um ano 22,4% das pessoas ainda sentiam os efeitos da partida.
 Os autores da pesquisa alertam que a perda de animais de estimação deveria receber atenção clínica, especialmente se a pessoa era muito apegada ao bichinho.
 

 


“A depressão após a perda de um animal de estimação pode acontecer, sobretudo com crianças e idosos”,
 afirma Mário Marcondes, diretor clínico do Hospital Veterinário Sena Madureira.
 No caso das crianças, a falta de compreensão sobre a morte costuma gerar confusão e nervosismo.
Já para os idosos, que têm muitas vezes os pets como verdadeiras companhias, a perda do animal pode resultar em um quadro severo de tristeza e ansiedade.



“Por isso oferecemos no hospital o serviço gratuito de acompanhamento psicológico para os donos de animais em estado crítico”, diz Mário.
A psicóloga é acionada sempre que os veterinários que atendem o caso desconfiam que a pessoa precisa de suporte.
 Por meio de conversas, a psicóloga explica que muitas pessoas passam por isso, e ajuda o dono a lidar com o luto.
 Também é discutida a possibilidade de adquirir um novo animal, ou esperar um tempo para preservar a memória do companheiro falecido.



Nos casos de animais que passam por tratamentos severos como a quimioterapia, cabe ao profissional garantir que o dono terá condições emocionais de lidar com a própria dor, para cuidar do pet da forma adequada.
“O animal precisa de um dono saudável para cuidar dele, dar a medicação e reportar os sintomas observados aos veterinários”, afirma o diretor.
Afinal, na saúde e na doença, o proprietário é responsável por seu melhor amigo.




Fonte: Colunas Época


Um comentário:

Barbara disse...

Oi amiga mudei de blog!
http://animaisfascinantes.blogspot.com/
Segui?
Bjs..