12 de dez de 2010

SAÚDE PARA AS CRIANÇAS E ADULTOS TAMBÉM :D




Acariciar um gato, correr atrás de um coelho, sentir o cheirinho de um filhote, ouvir os latidos de festa de um cachorro...
Ações simples como essas podem estimular todos os sentidos de uma criança que convive com animais.
Recentemente, a Universidade Loyola, em Chicago, nos EUA, realizou um estudo sobre os benefícios da presença de animais até mesmo nos hospitais.
 Os pesquisadores concluíram que fazer carinho num cão pode ajudar pacientes internados a reduzirem pela metade a quantidade de analgésicos que precisam tomar.
Além disso, outros cientistas norte-americanos já haviam revelado que ter um animal é um ótimo
 aliado contra o estresse na vida das crianças.

Na mochila, nas paredes, nas roupas, na colcha da cama, os cachorros, gatos e passarinhos são personagens constantes no universo dos pequenos.
 O peixe "Nemo" virou astro de filme,
o gato "Garfield" já se tornou herói e o
 rato "Mickey", amigo inseparável.
Essa boa relação entre os bichos
e o imaginário infantil não é por acaso.
O contato com animais ativa áreas do cérebro
relacionadas às emoções e contribui para
o desenvolvimento da afetividade.
Nessa relação, a autoestima e autoconfiança
são despertadas mais cedo.
Ter um animal requer cuidados.
Orientados, claro, por um adulto, isso estimula
 a autonomia e a responsabilidade.
A criança ainda aprende a lidar com os mais diversos sentimentos, como a frustração, a alegria e a perda, podendo entender mais facilmente a morte.





Cuidados

Depois de decidir adotar, pense que tipo de animal melhor se adaptará a sua família, para isso, considere fatores como a idade e o temperamento do animal,
a idade das crianças e o tempo disponível
para cuidar do novo membro peludo da família.



Para crianças de até 5 anos, ao contrário do que se acredita, não é indicado o convívio com animais muito novinhos, pois nessa idade elas ainda não têm consciência de que filhotes são muito frágeis e podem machucá-los com alguma brincadeira mais brusca.
Em contrapartida, o filhote, ao ser pego de maneira desajeitada, por exemplo, pode se assustar e reagir mordendo ou arranhando a criança.

O ideal, nessa faixa etária, seria adotar um gatinho ou cachorrinho adulto, ou jovem adulto, já que esses animais são mais fortes e também porque já podemos saber ao certo qual é o seu temperamento e como ele se comporta com crianças.

Além disso, é preciso ensinar as crianças, independente da idade, que animais não são brinquedos e que elas devem respeitá-los. Ensine os seus filhos a interagir de maneira saudável com o novo bicho.


Talita Corrêa

Da Agência O Globo








Um comentário:

^.^ Ana Clara ^.^ disse...

Querida, muito grata pela sua visita em casa, sempre tão carinhosa e agradável!!!
Concordo muito que só aprendemos e ganhamos com essa convivência bichinho/homem, fora os anticorpos preciosos que adquiremos com essa convivência, e que nos fortalecerão pela vida toda!
Beijos querida, tenha um linda e abençoada semana, juntoa aos seus amados do lar!