1 de out de 2009

A história de Mambo, o cãozinho que comoveu a França‏

Mambo foi queimado vivo em uma rua , por dois jovens que atearam fogo nele porque queriam se divertir.Mas Mambo não só sobreviveu, como se tornou símbolo da luta contra a crueldade contra os animais na França.


A história aconteceu no mês de agosto, na madrugada do dia 11, quando dois rapazes encontraram o cão abandonado, perambulando pelas ruas. Enquanto um segurava o cão o outro pulverizava a gasolina em todo o seu corpo, “por diversão”, conforme admitiram mais tarde. O animal, se contorcendo e se esfregando no chão, conseguiu escapar e fugiu para longe, com queimaduras de terceiro grau em todo o corpo.







                                 foto de Mambo ferido e dolorido




Segundo o procurador, ele não estava no tribunal "para despertar a emoção", mas porque "esse era o seu lugar como uma vítima". Essa talvez seja a primeira vez que um cão se equivale a uma pessoa em um julgamento, apesar que, para as leis francesas, os animais ainda são considerados "bens móveis” .O rapaz de 22 anos já foi julgado e condenado a um ano de prisão,dos quais, seis meses em liberdade condicional e também uma multa de 6 mil euros(Quase R$18.000,00) sob a acusação de ter cometido o delito de crueldade e barbárie contra os animais.O outro, por ser menor de idade será julgado em dezembro pelo tribunal de Menores


Patronos - Mambo, aliás, também pode se vangloriar do fãs que estão ajudando em seu tratamento caríssimo Entre eles, Zinedine Zidane e o jornalista Michel Drucker,.O ator Alain Delon,enviou o seu veterinário para ajudar.






"Mambo foi vítima duas vezes, abandono e crueldade - disse Virginie Saint-Jean Pocq -Protetora. “ Com sua vontade de viver e de dizer não a morte infame que os rapazes tinham decidido pra ele, acabou se tornando a nova bandeira para a defesa dos direitos dos animais”.


 ***No julgamento Mambo chegou nos braços de sua nova dona***





Esta é uma vitória, sem precedentes para os grupos de direitos dos animais e os muitos cidadãos franceses que haviam lutado para apoiar sua causa.









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